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Como prevenir a gripe suína nesta estação

Jornal Vidaqui - Edição 351 - 06 de julho a 12 de julho de 2012

Neste ano, o Estado de São Paulo registrou 11 mortes decorrentes de infecção pelo vírus da gripe influenza A (H1N1), a gripe suína, e 53 casos graves da doença. No entanto, o número de infectados com o vírus pode ser maior, pois há muitos casos de pessoas que contraíram o vírus H1N1 e não procuraram um médico, não sendo diagnosticada a doença.
Um ponto desfavorável é que na atual campanha de vacinação contra a gripe em São Paulo a população procurou menos os postos de saúde. Houve adesão apenas de 75%, e o esperado é que 90% do grupo alvo tivessem se vacinado.
Embora tenhamos hoje uma realidade melhor do que tivemos no passado, o diagnóstico é de grande importância, pois conforme nota técnica do Ministério da Saúde todas as pessoas que apresentarem a síndrome gripal e que fazem parte dos grupos de risco para complicações, como gestantes, crianças pequenas, idosos e portadores de doenças crônicas, devem iniciar o tratamento com antiviral. Em caso de agravamento, mesmo o paciente não pertencendo aos grupos mais vulneráveis, o tratamento com o antiviral “Oseltamivir” deve ser iniciado com urgência. A piora da doença pode ser identificada por falta de ar, febre por mais de três dias, agravamento de sintomas gastrointestinais ou dor muscular intensa.
Além dos focos de contaminação mais conhecidos, outros comuns merecem atenção: mesas de restaurantes, corrimão de escadas e de escada rolante, barras de ferro de ônibus e metrô etc. Após contato com estes meios de transmissão, a higienização das mãos deve ser feita antes de contato com os olhos, nariz e boca. O vírus morre facilmente em contato com sabão, álcool e detergente.


Publicado em: 16/07/2012 - Fonte: Enfermeira Luciana Scheffel, da Auditoria Plasac Saúde